Quinta-feira, 7 de Abril de 2011

Analogia para hoje...

Os sucessivos Governos Portugueses e, não descarto nenhum deles, provocaram no País um estrago em tudo semelhante ao das térmitas na madeira seca... Destruíram o âmago. O que se via de fora, nada mais era do que uma fina película que virou pó quando lhe tocaram de perto.

 

A acção das térmitas não tem resultado imediato, mas sim a médio/longo prazo, mas os estragos são irreversíveis se não se agir com determinação e atempadamente...

 

 

sinto-me:
escrito por Eusinha às 22:01

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Quarta-feira, 3 de Novembro de 2010

...

Qual é a diferença entre o Brasil e Portugal?

 

 

O Brasil tem um palhaço político; Portugal tem políticos palhaços.

sinto-me: com sono
escrito por Eusinha às 00:36

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Domingo, 31 de Outubro de 2010

É impressão minha, ou...

 

... Portugal é um circo onde os políticos sãos os palhaços?

sinto-me:
escrito por Eusinha às 19:58

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Quinta-feira, 16 de Setembro de 2010

Pequenez

Com tanta coisa a acontecer neste país, como por exemplo a senhora Ministra da Saúde estar a preparar-se para cortar comparticipações em medicamentos, algo que vai afectar milhares de portugueses (idosos, reformados com pensões de miséria, doentes crónicos, etc) só se ouve falar de futebol e do "coitadinho" do senhor Carlos Cruz.

 

Acordem, portugueses, a realidade do "mundo" do futebol é uma realidade que humilha quem trabalha e quem luta diariamente para manter a cabeça erguida e as contas pagas. E, com a nova politização do mesmo, deixa a cada dia que passa, de ter credibilidade.

 

Quanto ao "coitadinho" do senhor Carlos Cruz, deixem as televisões e os demais órgãos de comunicação de lhe dar projecção. Afinal, ele não é vítima. Porque tendem fazer-nos crer que o é? Porque foi um grande comunicador? Tenham dó...!

escrito por Eusinha às 12:10

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Terça-feira, 16 de Fevereiro de 2010

Desculpem lá...!

«Sinto alguma amargura por ter sido motivado a deixar o país» Victor Constâncio

 

O homem está amargurado porque vai para o Banco Central Europeu no próximo dia 1 de Junho?! Quem o obrigou a candidatar-se?

 

Por ir ganhar mais 3.700 €/mês? Sabe que em Portugal há quem lute todos os anos para sobreviver, porque recebe esse valor anualmente?

 

As regalias, das quais não se fala, não lhe agradam?

 

Ou por ocupar o lugar de vice? Ou era esse ou nada, não era?

 

Desculpem lá, mas o homem está a gozar com a cara de quem? Está a insultar a inteligência de quem? Pretenderá ele, que nós, que apertamos o cinto e lutamos para que as contas fiquem pagas a cada final de mês, acreditemos nisso?

 

Antes de ir ocupar a sua cadeira de ouro, senhor Victor Constâncio, porque não se propõe viver, o tempo que medeia entre hoje e 1 de Junho, com o salário mínimo nacional, e sem as mordomias a que está habituado? É que sabe, eu gostaria de ver. Eu, e se calhar, muitos milhares de portugueses.

 

 

 

sinto-me: o diabo com cornos e tudo!!!
música: Perante isto, não há música que me alegre
escrito por Eusinha às 19:29

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Terça-feira, 10 de Junho de 2008

RAÇA...!?

Dia da Raça. 

Que raça?

Puro sangue Lusitano?

Por acaso seremos cavalos?

 

Aprendi há muitos anos que, os humanos se dividiam em grupos étnicos e não em raças. Aprendi, também, que o dia 10 de Junho, era o dia de Portugal, de Camões e das Comunidades.

 

Será que tudo isto mudou e, eu não me apercebi?

 

sinto-me: Descontente
escrito por Eusinha às 23:44

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Sábado, 3 de Maio de 2008

"PROIBIDO PROIBIR"

Entrei na livraria à procura de novos livros. Encontrei um que me despertou a atenção e foi esse que decidi trazer. Já perto da caixa, descobri um cartaz com o sinal de proibido traçado e em letras visíveis à distância, dizia "PROIBIDO PROIBIR".

 

Nunca duas palavras fizeram tanto sentido. Procurei nos bolsos, e descobri, alguns trocos que juntos ao dinheiro que eu tinha para o livro, iriam permitir que eu trouxesse os dois; o livro e o cartaz.

 

Ao chegar a casa, afixei o cartaz na porta do meu quarto. A reacção dos meus pais, não foi a melhor, pelo menos à minha frente. A minha mãe proibiu-me de ter o cartaz afixado e eu, numa rebeldia própria de uma adolescente a tentar afirmar-se, respondi que era proibido proibir. Fingindo uma irritação que não tinha, o meu pai zangou-se. Descobri mais tarde que ambos se tinha divertido com a situação e não tinham tido intenção de retirar o cartaz da porta do quarto.

 

Descobri, também, alguns anos mais tarde, que o meu cartaz (que ainda guardo), reproduzia uma frase que havia sido slogan na revolução estudantil em Maio de 1968, em Paris. Um gurpo de estudantes universitários, discordantes da politica de ensino e não só, liderados por um jovem de nome Daniel Cohn-Benedict, também conhecido por "Daniel, o vermelho", insurgiram-se contra o poder político francês e ganharam o apoio de todo um país, nomeadamente os trabalhadores fabris, que a pouco e pouco, durante todo o mês de Maio, se foram manifestando, levando a que ocorressem transformações de fundo no aparelho governamental da altura.

 

Sem lhe conhecer o rosto, fiz de "Daniel, o vermelho" o meu herói secreto.

 

Um dia, já adulta, liguei a televisão e vejo um senhor sentado, a falar da revolução de Maio de 1968. O senhor era francês. Vestia informalmente e parecia bastante descontraído. Em rodapé vejo surgir o nome do meu herói. Fiquei paralisada de emoção. Ele estava ali. Do outro lado do ecran.

 

Sentei-me a ouvir o que ele dizia e valeu a pena. Descobri que naquela altura era presidente de câmara (não retive o nome da localidade), que não usava fatos- vestia-se consoante a sua vontade e não consoante as reuniões ou cerimónias onde iria participar, que as decisões mais importantes não eram tomadas no gabinete mas sim no terreno, com verdadeiro conhecimento de causa.

 

Hoje, quarenta anos passados sobre a revolução estudantil, questiono-me muitas vezes sobre o que faz falta em Portugal.  Se calhar uma estrondosa união entre os portugueses que pagam a factura, se calhar trazer para o terreno os nosso políticos de gabinete, se calhar incutir-lhes uma politica de poupança (a começar pelos fatos caros que compram e dos quais não necessitam porque a vontade e as decisões não lhes vem dos fatos...), retirar-lhe as viaturas top de gama, das quais não precisam, podem muito bem andar em outros veículos mais baratos e mais económicos, etc.

 

Afinal, senhores, estamos em crise. Nós! Eles NÃO!

 

 

escrito por Eusinha às 09:03

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Sexta-feira, 16 de Março de 2007

4º Aniversário da Cimeira da Vergonha

Fazer política é um acto constante, comum a cada um de nós, sem que muitas vezes nos apercebamos que estamos a praticá-lo.

Apesar de ter as minhas opiniões definidas, não ando por aí a manifestá-las , mas hoje, passados que são quatro anos da dita Cimeira das Lajes, queria apenas deixar como reflexão a seguinte questão:

  • Valeu a pena?

A minha resposta é:  NÃO!

Há quatro anos atrás, num lindo dia de sol, os aviões um a um aterravam na Base das Lajes, transportando George W. Bush , Tony Blair , José Maria Aznar e Durão Barroso.

A justificação apresentada, vinha no sentido de, face aos últimos acontecimentos, haver necessidade de uma tomada de posição contra o terrorismo.

Os voos civis chegaram apinhados de jornalistas e todo o tipo de pessoas ligadas à comunicação social, de todo o mundo.

Todo o alojamento disponível , foi ocupado.

Viam-se câmaras fotográficas com enormes objectivas, sendo transportadas às costas dos seus fiéis utilizadores.

Fervilhava gente estranha por todo o lado, ouviam-se línguas estranhas, também.

Os Açores, nomeadamente a Ilha Terceira, haviam sido colocados no mapa mundial, sem terem sido perdidos nem achados.

As gentes, movidas entre a curiosidade e a vergonha, manifestaram-se de diversas formas. Há registos.

Confesso, senti vergonha. Ainda sinto. Se calhar com maior intensidade agora.

Terá o mundo beneficiado  com a  invasão do Iraque? Terão as famílias que perderam entes queridos no conflito, beneficiado de alguma forma? Teremos nós portugueses, tirado qualquer tipo beneficio?

Cabe a cada um de nós, mergulhar no seu "eu" interior e descobrir respostas, para estas e outras questões relacionadas com este tema.

 

 

sinto-me: envergonhada e triste
escrito por Eusinha às 13:48

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